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	<title>Dicas de Saúde - Paraná Clínicas</title>
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	<description>Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais</description>
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	<title>Dicas de Saúde - Paraná Clínicas</title>
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		<title>Autoridades de saúde alertam para aumento de doenças respiratórias e casos de pneumonia em crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órgãos de vigilância sanitária e serviços de saúde têm emitido alertas para o crescimento de casos de doenças respiratórias em diversas regiões do Brasil, especialmente entre crianças. Unidades médicas também registraram aumento de diagnósticos de pneumonia infantil nas últimas semanas, quadro que preocupa especialistas e reforça a importância de medidas de prevenção e diagnóstico precoce.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Órgãos de vigilância sanitária e serviços de saúde têm emitido alertas para o crescimento de casos de doenças respiratórias em diversas regiões do Brasil, especialmente entre crianças. Unidades médicas também registraram aumento de diagnósticos de pneumonia infantil nas últimas semanas, quadro que preocupa especialistas e reforça a importância de medidas de prevenção e diagnóstico precoce.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados do Ministério da Saúde apontam que as síndromes respiratórias continuam entre as principais causas de atendimento e internação no país, principalmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios. Vírus como influenza, SARS-CoV-2 e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) estão entre os principais responsáveis pelos quadros de infecção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a médica Mayra Kron Zapani, coordenadora de pediatria da Paraná Clínicas, o aumento de casos nesta época do ano é esperado e está relacionado a fatores climáticos e comportamentais. “Esse aumento costuma acontecer sempre nessa época do ano e temos alguns fatores combinados que causam isso. Primeiro, a temperatura começa a cair e, com isso, a disseminação dos principais vírus que causam doenças respiratórias torna-se mais fácil. As pessoas ficam em ambientes mais fechados e menos ventilados”, explica.</span></p>
<p><b>Sintomas mais comuns</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A especialista da Paraná Clínicas lista os sintomas mais frequentes das infecções respiratórias. “Os principais sintomas vão ser febre, nariz entupido, nariz escorrendo, o que a gente chama de coriza, dor de garganta. Alguns tipos de vírus podem causar dor no corpo, dor de cabeça e até mesmo diarreia”, explica. Embora a maioria dos quadros seja leve, a médica alerta que algumas infecções podem evoluir para formas mais graves, como bronquiolite ou pneumonia, especialmente em crianças pequenas.</span></p>
<p><b>Quando procurar atendimento médico</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na maior parte dos casos, as infecções respiratórias virais se resolvem com repouso, hidratação e acompanhamento dos responsáveis. No entanto, alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica. “Num quadro leve, a gente espera que a criança tenha febre por até três dias. O nariz escorrendo e a tosse podem durar mais tempo, sendo que a tosse costuma piorar entre o terceiro e o quarto dia”, orienta a médica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo ela, é importante procurar atendimento se os sintomas persistirem ou se agravarem. “Uma criança que esteja com febre há mais de três dias ou com tosse que está em torno de sete a dez dias e só vem piorando deve ser levada para avaliação médica”, orienta. Outro ponto de atenção é o desconforto respiratório.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A gente precisa ficar atento aos sinais de esforço para respirar. Além disso, se a criança estiver muito irritada, muito sonolenta ou sem vontade de se alimentar, também é importante procurar atendimento”, afirma.</span></p>
<p><b>Medidas simples ajudam na prevenção</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prevenção das doenças respiratórias envolve medidas simples que ajudam a reduzir a circulação de vírus. “Manter os ambientes ventilados, higienizar bem as mãos, cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar e evitar contato com pessoas doentes são cuidados importantes”, orienta Mayra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A especialista também reforça a importância da vacinação, especialmente contra a gripe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Um dos vírus que já começou a circular este ano é o da influenza. Ele faz parte do calendário de vacinação e tem vacina disponível no SUS. Nas clínicas particulares a vacinação já começou e, no sistema público, deve iniciar em breve”, explica. De acordo com a médica, manter a carteira de vacinação em dia é uma das formas mais eficazes de prevenir complicações respiratórias, principalmente entre crianças.</span></p>
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		<title>Especialista alerta para riscos das canetas emagrecedoras e reforça importância do acompanhamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 18:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso cada vez mais frequente das chamadas “canetas emagrecedoras” motivou um novo sinal de alerta das autoridades sanitárias. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu recentemente um comunicado reforçando os riscos do uso indevido dos medicamentos, após o aumento de notificações de eventos adversos, entre eles casos de pancreatite aguda. No Brasil, de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso cada vez mais frequente das chamadas “canetas emagrecedoras” motivou um novo sinal de alerta das autoridades sanitárias. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu recentemente um comunicado reforçando os riscos do uso indevido dos medicamentos, após o aumento de notificações de eventos adversos, entre eles casos de pancreatite aguda. No Brasil, de 2020 até dezembro de 2025, houve 145 notificações de suspeitas do problema, com seis registros de óbito.</p>
<p>Embora o risco já conste nas bulas aprovadas no Brasil, a Agência destaca que o uso fora das indicações médicas, especialmente para emagrecimento sem necessidade clínica, eleva significativamente a probabilidade de complicações graves e dificulta o diagnóstico precoce de complicações à saúde. A pancreatite aguda é uma inflamação do pâncreas que pode evoluir para formas necrotizantes e até fatais.</p>
<p>Segundo a autoridade reguladora do Reino Unido, a Medicines and Healthcare products Regulatory Agency (MHRA), entre 2007 e outubro de 2025 foram registradas 1.296 notificações de pancreatite associadas ao uso desses medicamentos, incluindo 19 óbitos.</p>
<p>Entre os principais efeitos adversos relatados estão náuseas e vômitos, dor abdominal, constipação ou diarreia, sensação de estufamento, possível risco de pancreatite e doença biliar em pessoas predispostas.</p>
<p>Apesar do alerta, a Agência esclarece que não houve mudança na relação risco-benefício desses medicamentos quando utilizados conforme indicação e acompanhamento médico. Ou seja, dentro das recomendações aprovadas em bula, os benefícios terapêuticos continuam superando os riscos.</p>
<p><strong>Uso contínuo exige critério técnico</strong></p>
<p>A médica endocrinologista Elizandra Nasser de Almeida, da Paraná Clínicas, explica que esses medicamentos foram desenvolvidos para uso contínuo, principalmente no tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, que são doenças crônicas. “Os efeitos mais comuns são gastrointestinais, como náusea e constipação, especialmente no início do tratamento. Em uso prolongado, quando bem indicados e acompanhados, apresentam bom perfil de segurança”, afirma.</p>
<p>Ela ressalta, no entanto, que existe um risco pequeno, mas real, de pancreatite e doença biliar em pessoas predispostas. Outro ponto de atenção é a possível perda de massa muscular, caso o tratamento não seja associado à orientação nutricional adequada e à prática de exercícios físicos. “A segurança depende da indicação correta e do acompanhamento médico, não apenas do tempo de uso”, enfatiza a especialista.</p>
<p><strong>Produtos manipulados ou falsificados</strong></p>
<p>Outro ponto de preocupação é a comercialização de versões manipuladas ou de origem desconhecida. A Anvisa alerta que a venda de medicamentos falsificados representa risco grave à saúde e configura crime.</p>
<p>Segundo a endocrinologista da Paraná Clínicas, o principal perigo está na falta de garantia sobre o que está sendo aplicado. “Produtos sem procedência podem ter dose incorreta, não conter o princípio ativo adequado ou até apresentar contaminação. Estamos falando de medicamentos injetáveis, que exigem controle rigoroso. Sem estudos clínicos robustos, não há garantia de eficácia nem de segurança. Procedência, nesse caso, é uma questão de saúde”, alerta.</p>
<p><strong>Acompanhamento médico é indispensável</strong></p>
<p>Os medicamentos agonistas de GLP-1 atuam diretamente no controle do apetite, na saciedade, no esvaziamento gástrico e no metabolismo da glicose. Por isso, o acompanhamento profissional é considerado essencial. “O acompanhamento é fundamental para confirmar a indicação, ajustar doses, monitorar efeitos adversos, preservar massa muscular e integrar alimentação e exercício ao tratamento”, explica Elizandra.</p>
<p>Para a especialista, o problema não está no medicamento em si, mas no uso indiscriminado e sem critério técnico. “Quando há indicação adequada e supervisão médica, esses medicamentos podem trazer benefícios significativos. O risco aumenta quando são utilizados sem avaliação clínica ou com produtos de origem duvidosa”, conclui.</p>
<p>O alerta das agências reguladoras reforça que o emagrecimento seguro não se baseia apenas em uma aplicação semanal, mas em um plano terapêutico estruturado, individualizado e acompanhado por profissionais de saúde.</p>
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		<title>Saiba como identificar sintomas e se prevenir contra viroses e intoxicações alimentares no verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 18:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do verão e o aumento do fluxo de turistas nas praias, cresce também a incidência de viroses e casos de intoxicação alimentar. A combinação de altas temperaturas, maior circulação de pessoas, contato frequente com água e areia e cuidados reduzidos com a alimentação cria um cenário propício para a transmissão de vírus,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do verão e o aumento do fluxo de turistas nas praias, cresce também a incidência de viroses e casos de intoxicação alimentar. A combinação de altas temperaturas, maior circulação de pessoas, contato frequente com água e areia e cuidados reduzidos com a alimentação cria um cenário propício para a transmissão de vírus, bactérias e parasitas. Tanto a intoxicação alimentar quanto a virose têm sintomas iniciais bastante parecidos, apesar de serem causados por razões distintas.</p>
<p>De acordo com o médico Eduardo Senter, da Paraná Clínicas, as viroses mais comuns nesta época do ano são causadas, principalmente, por vírus como norovírus e rotavírus, altamente contagiosos. “A transmissão ocorre, na maioria das vezes, pela via fecal-oral, ou seja, por meio das mãos contaminadas, do consumo de água ou alimentos mal higienizados e do contato próximo com pessoas infectadas”, explica.</p>
<p>Os sintomas mais frequentes incluem diarreia, náuseas, vômitos, dor abdominal, febre baixa e mal-estar geral. Em geral, o quadro é autolimitado, com melhora em poucos dias, mas pode se agravar em crianças pequenas, idosos e pessoas com doenças crônicas, devido ao risco de desidratação.</p>
<p>A prevenção começa com medidas simples, mas essenciais. Lavar as mãos com água e sabão sempre que possível, especialmente antes das refeições e após o uso do banheiro, é uma das principais recomendações. O uso de álcool em gel ajuda, mas não substitui a lavagem adequada das mãos. Também é importante evitar levar as mãos à boca após contato com areia, corrimãos, banheiros públicos e outros locais de grande circulação.</p>
<p>Outro ponto de atenção é a hidratação. “Beber água potável e de procedência conhecida é fundamental. Em caso de dúvida, a orientação é optar por água mineral lacrada”, reforça Senter.</p>
<p><strong>Intoxicação alimentar</strong></p>
<p>Além das viroses, os casos de intoxicação alimentar também aumentam no verão, especialmente em regiões litorâneas. O consumo de alimentos mal conservados, expostos ao calor ou preparados sem higiene adequada pode causar infecções bacterianas, como as provocadas por Salmonella e Escherichia coli.</p>
<p>Os sintomas costumam surgir poucas horas após a ingestão do alimento contaminado e incluem vômitos intensos, diarreia, dor abdominal e, em alguns casos, febre. Para reduzir os riscos, o médico orienta observar sempre as condições de higiene dos estabelecimentos, evitar alimentos crus ou malcozidos, especialmente frutos do mar, e desconfiar de produtos com cheiro, sabor ou aparência alterados. É preciso ficar muito atento, principalmente, aos alimentos comercializados diretamente na areia e verificar, sempre, se estão bem armazenados.“Alimentos vendidos na praia devem ser consumidos com cautela, principalmente aqueles que dependem de refrigeração”, alerta.</p>
<p>Em casos leves, o tratamento costuma ser baseado em repouso, hidratação adequada e alimentação leve. No entanto, é fundamental procurar atendimento médico quando os sintomas persistem por mais de dois dias, há sinais de desidratação, febre alta, presença de sangue nas fezes ou quando o paciente pertence a grupos de risco. “A avaliação médica é essencial para evitar complicações e indicar o tratamento correto”, destaca Eduardo Senter.</p>
<p>Com informação e cuidados básicos, é possível aproveitar o verão com mais segurança e saúde, reduzindo os riscos de doenças comuns nesta estação.</p>
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		<title>Diagnóstico precoce do câncer de próstata pode garantir mais de 90% de chance de cura</title>
		<link>https://www.paranaclinicas.com.br/noticias/diagnostico-precoce-do-cancer-de-prostata-pode-garantir-mais-de-90-de-chance-de-cura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 19:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de próstata continua sendo o tipo de câncer mais comum entre os homens brasileiros, representando um desafio para a saúde pública e suplementar no país. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa para o triênio 2023–2025 é de que ocorram 71.730 novos casos por ano, o que representa uma</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer de próstata continua sendo o tipo de câncer mais comum entre os homens brasileiros, representando um desafio para a saúde pública e suplementar no país. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa para o triênio 2023–2025 é de que ocorram 71.730 novos casos por ano, o que representa uma taxa de 67,8 casos para cada 100 mil homens. No Paraná, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SESA-PR), a média anual é de aproximadamente 4.800 novos diagnósticos e 1.120 óbitos, conforme registros de 2024.</p>
<p>Apesar dos avanços na medicina, a falta de informação e o preconceito em relação aos exames preventivos ainda dificultam o diagnóstico precoce. O tema foi debatido durante um encontro promovido pela Paraná Clínicas com colaboradores e beneficiários na sede administrativa da operadora. “O grande aliado contra o câncer de próstata continua sendo a identificação da doença em seu estágio inicial. Quando o tumor é identificado nas fases iniciais, as chances de cura superam 90%. O rastreamento permite tratamentos menos invasivos e com melhores resultados”, afirmou o médico Murilo Franco Cavassani, coordenador médico do PRIORI, serviço que engloba vários programas de medicina preventiva da Paraná Clínicas, uma das maiores operadoras de planos de saúde corporativos do país.</p>
<p><strong>Doença silenciosa</strong></p>
<p>Localizada abaixo da bexiga e à frente do reto, a próstata é uma glândula responsável por produzir parte do sêmen. O câncer surge quando células dessa região passam a se multiplicar de maneira descontrolada. Em suas fases iniciais, a doença geralmente não apresenta sintomas, o que leva muitos homens a descobrirem o problema apenas em estágios avançados. Quando se manifesta, pode ocorrer dificuldade para urinar ou jato urinário fraco; necessidade frequente de urinar, inclusive à noite; presença de sangue na urina ou no sêmen e a sensação de bexiga sempre cheia, sendo esse último um sintoma bem frequente.</p>
<p>Esses sinais, entretanto, também podem estar associados a condições benignas, como o aumento natural da próstata. Por isso, apenas exames médicos podem confirmar o diagnóstico. “Muitos pacientes procuram auxílio médico já com sintomas avançados, mas isso poderia ser evitado com check-ups regulares. Não ignore os sinais do corpo, pois eles são um alerta para buscar ajuda profissional o quanto antes”, alerta o médico Murilo Cavassani.</p>
<p><strong>Importância dos exames regulares</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde recomenda que homens a partir dos 50 anos procurem avaliar a necessidade de realizar o exame de PSA (Antígeno Prostático Específico) e o toque retal como parte da rotina médica. Aqueles com histórico familiar da doença, como pai, irmão ou filho diagnosticados com câncer de próstata, devem iniciar o acompanhamento a partir dos 45 anos.</p>
<p>“O homem precisa compreender que o preventivo salva vidas. É um gesto de autocuidado e amor próprio. Superar o preconceito e cuidar da saúde é a melhor forma de garantir qualidade de vida”, destaca o especialista da Paraná Clínicas.</p>
<p><strong>Estilo de vida faz parte da prevenção</strong></p>
<p>Além dos exames preventivos, a manutenção de um estilo de vida equilibrado é essencial para reduzir riscos. Entre as recomendações feitas pelo médico estão  uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e grãos integrais; redução do consumo de gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados; prática regular de atividades físicas, evitar tabaco e consumo excessivo de álcool e manter o controle do peso corporal e o acompanhamento médico regular.</p>
<p>Esses hábitos fortalecem o sistema imunológico e contribuem para a prevenção não só do câncer de próstata, mas de diversas outras doenças crônicas. “Adotar hábitos saudáveis não é só sobre evitar o câncer, mas sobre investir em uma vida plena e ativa”, conclui o médico.</p>
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		<title>Aumento nos casos de câncer de mama em mulheres mais jovens reforça a importância do diagnóstico precoce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2025 19:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o Brasil tem observado um aumento preocupante nos casos de câncer de mama em mulheres abaixo dos 40 anos, uma faixa etária que antes era considerada de menor risco para a doença. Dados recentes do Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimam que, em 2025, cerca de 73,6 mil novos casos serão diagnosticados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o Brasil tem observado um aumento preocupante nos casos de câncer de mama em mulheres abaixo dos 40 anos, uma faixa etária que antes era considerada de menor risco para a doença. Dados recentes do Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimam que, em 2025, cerca de 73,6 mil novos casos serão diagnosticados no país, com uma significativa parcela de pacientes jovens apresentando a doença. Essa tendência reforça a necessidade de ações de conscientização e de exames preventivos que possam facilitar o diagnóstico precoce, aumentando as chances de cura.</p>
<p>De acordo com recomendações atualizadas do Ministério da Saúde, a partir de agora, a indicação é de que as mulheres de 40 a 49 anos tenham acesso à mamografia, mesmo que não apresentem sinais ou sintomas aparentes de câncer de mama. A medida visa justamente ampliar o rastreamento em uma faixa etária que atualmente concentra cerca de 23% dos casos de câncer de mama no Brasil.<br />
Fatores de risco</p>
<p>A médica mastologista Aline Camargo Padilha, especialista da Paraná Clínicas, destaca os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença. “Os principais fatores que contribuem para o aumento dos casos de câncer de mama em mulheres mais jovens estão relacionados ao estilo de vida. Obesidade e sobrepeso, sedentarismo, consumo de álcool e tabagismo”, pontua.</p>
<p>A mastologista reforça ainda a importância do exame regular para detectar os primeiros sinais do câncer e dar início a um tratamento precoce, o que aumenta consideravelmente as chances de cura. “Em mulheres abaixo dos 40 anos, sem história familiar fortemente positiva, o exame físico das mamas durante a consulta ginecológica é fundamental e, caso seja percebida alguma alteração, inicia-se a investigação com a ultrassonografia de mamas. As mulheres devem estar atentas a nodulações palpáveis, alteração do aspecto de pele das mamas e do mamilo, saída de secreção pelo mamilo, principalmente se for de um lado apenas”, afirma a médica.</p>
<p>“O diagnóstico precoce impacta nas chances de cura e no tratamento porque permite a identificação de lesões menores e em estágios menos avançados. Pacientes mais jovens, via de regra, costumam ter tumores com comportamento mais agressivo, então é fundamental estar com os exames de rotina e com a consulta ginecológica em dia. Lembrando que o rastreio mamográfico deve iniciar aos 40 anos e deve ser anual”, concluiu a especialista.</p>
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		<title>Setembro Amarelo alerta sobre prevenção ao suicídio; Brasil registra 45 casos por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2025 19:59:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cercado de tabus, o suicídio é um tema delicado, mas que precisa ser tratado como prioridade de saúde pública. Ao contrário do que muitos imaginam, falar sobre o assunto é essencial para evitar novos casos e auxiliar na busca por tratamento adequado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 720 mil pessoas tiram</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cercado de tabus, o suicídio é um tema delicado, mas que precisa ser tratado como prioridade de saúde pública. Ao contrário do que muitos imaginam, falar sobre o assunto é essencial para evitar novos casos e auxiliar na busca por tratamento adequado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 720 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos no mundo, em média, um caso a cada 40 segundos.</p>
<p>Em 2021, o suicídio foi a terceira principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. No Brasil, dados recentes do Ministério da Saúde mostram que, em 2023, foram registrados mais de 16,8 mil óbitos por suicídio no país, média de 45 casos por dia, número que se mantém em alta e reforça a urgência de tratamentos eficazes e prevenção. Um levantamento da Unicamp apontou que 17% dos brasileiros já pensaram seriamente em dar fim à própria vida e, destes, 4,8% chegaram a elaborar um plano.</p>
<p>De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os casos de suicídio no Brasil aumentaram 43% em apenas uma década. Entre crianças e adolescentes, o crescimento também é alarmante. De 2013 a 2023, houve um aumento de 42,7% no número de suicídios nessa faixa etária.</p>
<p><strong>Prevenção e tratamento</strong></p>
<p>De acordo com Juliana Souto, psicóloga da Paraná Clínicas, é possível identificar sinais que podem indicar risco de suicídio, embora muitas vezes eles passem despercebidos. “Podemos pensar em sinais e sintomas muito claros em alguns transtornos mentais, como a depressão, ansiedade , bipolaridade o Toc. Na depressão quando o paciente está muito desorganizado: sono com prejuízo, alimentação, esquiva dos relacionamentos,o desprazer em atividades rotineiras, a fala e o comportamento do paciente, denotam problemas. Muitas vezes, nesses casos, a pessoa fala sobre não conseguir continuar na mesma vida, de quanto a vida está difícil, de como é doloroso viver, o quanto se sente vazio sem prazer”, afirma a especialista. Frases como “vou me matar” ou “tenho vontade de morrer”, antes desvalorizadas, hoje precisam ser vistas como um grito de socorro.</p>
<p>A especialista destaca que a escuta ativa e o acolhimento são fundamentais nesses casos. “Quando a pessoa encontra espaço seguro para falar da dor, da história e da angústia, há mais chances de prevenção. Esse processo pode abrir portas para encaminhamento médico, apoio psicológico, prática de atividades físicas e fortalecimento dos vínculos familiares. Muitas vezes a família só descobre o sofrimento quando o paciente já tomou uma atitude extremada, por isso a escuta sem julgamento é essencial”, orienta a especialista.</p>
<p>A psicóloga da Paraná Clínicas reforça que a depressão pode sim ser tratada, ainda que não exista uma cura definitiva. “Há possibilidade de remissão dos sintomas, parcial ou total. Para isso, é indispensável o acompanhamento de profissionais qualificados, tanto no aspecto medicamentoso quanto terapêutico, além do suporte familiar. O envolvimento da família estimula o paciente a manter o tratamento, a retomar hábitos saudáveis e a enfrentar os sintomas.</p>
<p><strong>Mitos e verdades sobre o suicídio</strong></p>
<p>Apesar do avanço das campanhas de conscientização, muitos mitos ainda prejudicam a prevenção. Um dos mais comuns é acreditar que falar sobre suicídio aumenta o risco de que alguém cometa o ato. Na realidade, conversar sobre o assunto abre espaço para aliviar tensões e ajuda na busca por um tratamento adequado.</p>
<p>Outro mito recorrente é a ideia de que pessoas que falam sobre a intenção de morrer não levam isso a sério. Grande parte das pessoas que pensam em suicídio dá sinais ou verbaliza suas intenções. Ignorar isso é extremamente arriscado.</p>
<p>Também não é correto afirmar que todos os indivíduos que tentam ou cometem suicídio têm transtornos mentais graves. Embora seja frequente a associação, há casos em que não há diagnóstico clínico, mas sim situações de sofrimento intenso.</p>
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		<title>Com tratamento integrado de saúde, Valdeni perdeu 33 quilos em 13 meses</title>
		<link>https://www.paranaclinicas.com.br/noticias/com-tratamento-integrado-de-saude-valdeni-perdeu-33-quilos-em-13-meses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 20:03:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pouco mais de um ano, Valdeni viu sua vida mudar completamente. Com o apoio do Programa de Emagrecimento da Paraná Clínicas, uma das ações do PRIORI, conseguiu eliminar 33 quilos em apenas 13 meses e superou não apenas o excesso de peso, mas também os problemas de saúde e autoestima que vinham com ele.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pouco mais de um ano, Valdeni viu sua vida mudar completamente. Com o apoio do Programa de Emagrecimento da Paraná Clínicas, uma das ações do PRIORI, conseguiu eliminar 33 quilos em apenas 13 meses e superou não apenas o excesso de peso, mas também os problemas de saúde e autoestima que vinham com ele. “Estava com mais de 99 quilos e já quase sem esperança de retornar ao meu peso novamente”, relembra. “Foi quando uma colega me apresentou o Programa de Emagrecimento, e tudo começou a mudar para melhor.”</p>
<p>Com histórico de pré-diabetes, colesterol alterado, dores nos joelhos e um quadro emocional fragilizado, Valdeni encontrou no programa a estrutura que precisava para retomar o controle da própria saúde. “Já era quase meio caminho para a depressão. Hoje, posso dizer que sou outra pessoa. Mais saudável, com mais disposição, autoestima e confiança”, afirma. “O programa foi essencial para o meu novo recomeço”, diz Valdeni.</p>
<p>A metodologia do programa de emagrecimento do Priori é baseada em pilares comportamentais e de qualidade de vida. Após uma palestra motivacional, os participantes passam por avaliação clínica e são encaminhados para especialistas conforme os protocolos médicos. A proposta vai além do emagrecimento: é uma transformação completa de hábitos e mentalidade.</p>
<p>“Com o tempo, você vai vendo os resultados e sua determinação só aumenta. A saúde melhora, o humor melhora e a autoestima vai lá em cima”, destaca a beneficiária. Hoje, 13 meses após o início do tratamento, Valdeni não só celebra os 33 quilos eliminados, mas também a conquista de uma nova rotina, mais leve e saudável.</p>
<p><strong>Abordagem integrada</strong></p>
<p>O Programa de Emagrecimento do PRIORI, desenvolvido pela Paraná Clínicas, tem demonstrado um impacto significativo na saúde dos beneficiários e na redução de procedimentos cirúrgicos invasivos. Atualmente, o programa conta com 2.202 participantes ativos, número expressivo que evidencia o crescente interesse e a procura por uma alternativa segura e eficaz para o emagrecimento.</p>
<p>Este aumento reflete a importância de uma abordagem integrada, que envolve acompanhamento com médicos, nutricionistas e psicólogos, promovendo mudanças duradouras nos hábitos de vida e ajudando a reduzir a necessidade de cirurgia bariátrica, procedimento considerado a última opção, muitas vezes evitável com um programa de emagrecimento consistente. Além disso, o programa incentiva a reeducação alimentar e o preparo emocional, fatores essenciais para evitar o novo ganho de peso após cirurgias e para garantir uma melhora sustentável na qualidade de vida dos beneficiários.</p>
<p>Segundo Andréia Hruba, coordenadora do Priori, o principal objetivo do programa é promover a saúde e o bem-estar, oferecendo uma solução que vá além do emagrecimento, atuando na transformação de hábitos e na melhora da qualidade de vida dos beneficiários. “O sucesso do programa também é evidenciado por casos de beneficiários que, através do acompanhamento multidisciplinar, perderam peso suficiente para não precisarem mais da cirurgia bariátrica. Exemplos como esses reforçam a eficácia do programa para promover uma transformação integral na saúde física e emocional”, afirmou.</p>
<p>Beneficiários da Paraná Clínicas podem se inscrever no programa de emagrecimento pelo site: https://paranaclinicas.com.br/priori/programa-de-emagrecimento/</p>
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		<title>Afastamentos do trabalho por ansiedade e depressão batem recorde no Paraná</title>
		<link>https://www.paranaclinicas.com.br/noticias/afastamentos-do-trabalho-por-ansiedade-e-depressao-batem-recorde-no-parana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 20:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paraná registrou em 2024 um número recorde de afastamentos do trabalho devido a transtornos mentais, totalizando 24.706 licenças médicas, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Isso coloca o Paraná como o sexto estado do país com o maior número de afastamentos em razão da saúde mental, atrás apenas do Rio de Janeiro (RJ),</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">O Paraná registrou em 2024 um número recorde de afastamentos do trabalho devido a transtornos mentais, totalizando 24.706 licenças médicas, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Isso coloca o Paraná como o sexto estado do país com o maior número de afastamentos em razão da saúde mental, atrás apenas do Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC), Rio Grande do Sul (RS), Minas Gerais (MG) e São Paulo (SP).   </span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Dentre as causas predominantes desses afastamentos estão os transtornos de ansiedade, com 6.026 casos, depressão, que resultou em 5.993 licenças, transtorno bipolar (3.998) e depressão recorrente (3.013). </span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Francielle Carvalho, médica da Paraná Clínicas, aponta que o número de afastamentos aumentou devido à maior procura das pessoas para atendimento em saúde mental, principalmente após a pandemia, onde a importância desse tema ficou mais evidente entre a população. Essa ausência pode ocorrer quando o paciente apresenta prejuízos nas suas atividades diárias. Ela indica ainda que os primeiros sinais que apontam para um eventual problema de depressão ou ansiedade não devem ser ignorados. “No transtorno ansioso, os sintomas incluem ansiedade excessiva que persiste por meses, afetando o desempenho pessoal e profissional, além de inquietação, fadiga, e dificuldades de concentração. No quadro depressivo, mudanças no humor, perda de interesse em atividades anteriormente prazerosas e distúrbios alimentares são comuns”, alerta a médica. </span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><b><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Melhores práticas no ambiente corporativo</span></b></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Essa crise da saúde mental no país é reflexo de um cenário global que traz graves consequências também no contexto econômico. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente devido à depressão e à ansiedade, o que custa à economia global quase US$ 1 trilhão todos os anos. </span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Diante desse cenário alarmante, é essencial que empresas e instituições adotem medidas efetivas para promover a saúde mental no ambiente de trabalho, visando a prevenção de novos casos e o bem-estar geral dos colaboradores. A reintegração após um afastamento deve ser cuidadosa. É fundamental que as empresas demonstrem empatia e acompanhem o retorno do funcionário, avaliando as condições do ambiente corporativo. Medidas como flexibilidade de horário, redistribuição de tarefas e programas de bem-estar podem ajudar na adaptação e prevenir novos casos de adoecimento mental no futuro.</span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Dentre os maiores problemas apontados no ambiente profissional estão a sobrecarga de serviço, dificuldades no relacionamento com chefes e outros colegas de trabalho, além da falta de equilíbrio da vida profissional e pessoal.</span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Para promover a saúde mental no ambiente corporativo, o médico Eduardo Senter, coordenador médico da Paraná Clínicas, recomenda que as empresas iniciem com um mapeamento do perfil epidemiológico dos colaboradores, identificando suas principais necessidades por meio de pesquisas conduzidas por profissionais de saúde. </span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Além disso, é essencial criar uma cultura organizacional de acolhimento, sensibilizando líderes e colaboradores para que transtornos como depressão e ansiedade não sejam tratados com preconceito. “É fundamental oferecer uma rede de apoio, seja com profissionais internos ou por meio de operadoras de saúde, além de dispor de espaços adequados para descanso e relaxamento.” O especialista também sugere a realização periódica de palestras e campanhas educativas sobre saúde mental, abordando temas como ansiedade, burnout e depressão, reforçando o compromisso da empresa com o bem-estar dos funcionários.</span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><b><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Empresas se adequam a novas regras</span></b></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">As empresas brasileiras têm buscando soluções para uma melhor saúde mental de seus funcionários, principalmente após o período da pandemia de Covid-19. Muitas têm adotado maior flexibilidade no trabalho, além de canais de denúncia para casos de assédio no ambiente de trabalho.</span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Em agosto de 2024 o Ministério do Trabalho realizou a atualização da NR-1, norma que trata do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), visando a redução dos afastamentos causados em razão da saúde mental. A nova atualização introduziu, pela primeira vez, a identificação de riscos psicossociais.</span></p>
<p style="margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Segundo o médico do trabalho Gustavo Deboni, coordenador médico da Paraná Clínicas, uma simples ação como incorporar uma ginástica laboral aos colaboradores já promove pausas, estimula relação interpessoal e reduz a tensão no meio laboral. “A partir de maio deste ano, também será obrigatório, pela norma reguladora 01, a identificação e avaliação dos fatores psicossociais no ambiente de trabalho, e consequentemente, as empresas deverão atuar para tratar os riscos identificados, tornando o ambiente de trabalho mais leve e acolhedor”, afirmou.</span></p>
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		<title>Saiba como se proteger dos surtos de virose no Verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 16:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O litoral do Paraná enfrenta, nesta temporada de verão, um surto de virose que já afetou milhares de moradores e turistas. Segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SESA), cerca de 5 mil casos de doenças virais foram registrados nas últimas semanas em cidades como Paranaguá, Matinhos e Guaratuba. A situação reforça a necessidade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O litoral do Paraná enfrenta, nesta temporada de verão, um surto de virose que já afetou milhares de moradores e turistas. Segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SESA), cerca de 5 mil casos de doenças virais foram registrados nas últimas semanas em cidades como Paranaguá, Matinhos e Guaratuba. A situação reforça a necessidade de cuidados extras para conter a transmissão.</p>
<p>De acordo com a médica Mireille Spera, infectologista da Paraná Clínicas, essas viroses são bastante comuns nesta época do ano e são causadas por vírus que afetam principalmente o sistema digestivo e respiratório. “Os sintomas mais recorrentes incluem febre baixa a moderada, dores no corpo e mal-estar geral, vômitos, diarreia e dor abdominal, além de tosse e congestão nasal em alguns casos”, alerta a especialista.</p>
<p>A duração dos sintomas varia de três a cinco dias, mas em situações mais graves pode se estender por até uma semana. Crianças pequenas, idosos e pessoas com imunidade comprometida estão no principal grupo de risco para complicações decorrentes das viroses, como desidratação severa. Caso os sintomas persistam por mais tempo, ou ocorra a presença de sangue nas fezes, é recomendado procurar auxílio médico imediatamente.</p>
<p>Segundo a médica, as viroses são altamente contagiosas e se espalham por meio do contato direto com pessoas infectadas, superfícies contaminadas e pelo consumo de água ou alimentos infectados. O calor e a alta concentração de turistas favorecem a proliferação dos vírus em regiões litorâneas. A prevenção e o cuidado coletivo são fundamentais para superar o surto e garantir um verão mais seguro para todos.</p>
<p><strong>Dicas de prevenção</strong></p>
<p>Dentre as principais recomendações para evitar a contaminação por viroses estão:</p>
<p><strong>Higienização das mãos</strong>: Lave as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente antes de comer e após usar o banheiro. Utilize álcool em gel para desinfetar as mãos quando não for possível lavá-las.Não prepare alimentos caso esteja com sintomas.</p>
<p><strong>Consumo seguro de água e alimentos</strong>: Prefira beber água mineral ou fervida e evite consumir alimentos crus ou mal armazenados. O ideal é o consumo de alimentos higienizados e cozidos.</p>
<p><strong>Evite aglomerações e águas contaminadas</strong>: Ambientes lotados aumentam o risco de contato com pessoas infectadas. Frequente praias ou locais com água própria para o banho.</p>
<p><strong>Higiene de utensílios e superfícies</strong>: Procure desinfectar superfícies compartilhadas, como mesas e torneiras, com produtos adequados.</p>
<p><strong>O que fazer em caso de sintomas?</strong></p>
<p>Se você ou algum familiar apresentar sintomas de virose, é importante manter uma boa hidratação, bebendo bastante líquido para prevenir complicações e repouso total, evitando esforço físico. Em casos de sintomas persistentes, febre alta, sangue nas fezes ou sinais de desidratação, como boca seca, fraqueza extrema ou diminuição na urina, procure um serviço de saúde imediatamente.</p>
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		<title>Doenças cardiovasculares matam 1.100 pessoas por dia no Brasil</title>
		<link>https://www.paranaclinicas.com.br/noticias/doencas-cardiovasculares-matam-1-100-pessoas-por-dia-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jean Pecharki]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 15:41:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte no Brasil. Todos os anos, mais de 400 mil brasileiros perdem a vida em razão de problemas no coração, aproximadamente 1.100 pessoas por dia. Isso significa que a cada 90 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular no país, totalizando 46 óbitos por hora, segundo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte no Brasil. Todos os anos, mais de 400 mil brasileiros perdem a vida em razão de problemas no coração, aproximadamente 1.100 pessoas por dia. Isso significa que a cada 90 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular no país, totalizando 46 óbitos por hora, segundo dados recentes divulgados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).</p>
<p>O aumento no número de jovens acometidos por problemas cardíacos também chama atenção, um reflexo de estilos de vida mais estressantes e menos saudáveis dos dias atuais. Internações por infarto agudo do miocárdio, por exemplo, cresceram 50% nos últimos dez anos, atingindo cerca de 90 mil casos anuais. Apesar de avanços na prevenção e no tratamento de problemas relacionados ao coração, algumas mudanças simples na rotina de vida podem auxiliar para se evitar problemas cardiovasculares graves.</p>
<p>A médica Vanessa Delmiro dos Santos, cardiologista da Paraná Clínicas, aponta que os principais hábitos  prejudiciais à saúde cardiovascular são o sedentarismo (falta de exercício físico), a obesidade (sobrepeso), alimentação com alta ingestão de gorduras e carboidratos, além disso o tabagismo e o uso exagerado de bebidas alcoólicas.</p>
<p>Já em relação aos principais fatores de riscos para o coração, são apontados problemas de saúde como hipertensão, diabetes, colesterol alto, além do histórico familiar. Ter parentes de primeiro grau, como pai, mãe, irmãos e avós que possuem histórico de doenças cardíacas aumenta o risco.</p>
<p>“A melhor prevenção é sempre manter um hábito de vida saudável, realizando atividade física regularmente, pelo menos três vezes na semana, 30 minutos por dia, estando também dentro do peso ideal. Evitar cigarro e o consumo de bebida alcoólica, além de ter uma alimentação equilibrada com uma variedade de legumes, verduras, tentando ainda ingerir maior quantidade de carnes brancas e diminuindo a quantidade de carne vermelha na alimentação”, orienta a cardiologista.</p>
<p><strong>Alerta para sintomas </strong></p>
<p>A médica especialista da Paraná Clínicas reforça ainda que identificar sintomas iniciais como dor no peito, falta de ar e cansaço, também é crucial. Ao notar alguns desses sinais,  é importante buscar atendimento médico adequado​. “É preciso ficar atento para a falta de ar ao realizar atividades que, antes, eram feitas com tranquilidade, como tomar banho, pentear o cabelo, varrer uma calçada, andar uma ou duas quadras. Se antes a pessoa não sentia falta de ar ao realizar essas atividades simples, mas agora começa a sentir, pode indicar algo de errado”  aponta a cardiologista. “Além disso a dor no peito, principalmente aquela dor do lado esquerdo do peito, que piora com esforço físico, já liga um sinal de alerta”, orienta a médica, apontando ainda para outros sinais como o inchaço nas pernas, nos membros inferiores e a palpitação, como a sensação de que o coração está muito acelerado ou está batendo de uma forma irregular.</p>
<p><strong>Exames preventivos</strong></p>
<p>Os exames preventivos para detectar problemas no coração são essenciais, uma vez que eles podem revelar, por exemplo, um infarto antes que ele aconteça, evitando até 80% das mortes. Essas avaliações da saúde cardiovascular devem ser realizadas ao menos uma vez ao ano, no caso de pessoas acima dos 40 anos que tenham histórico de problemas cardíacos na família, ou anualmente, para pessoas acima dos 50 anos, mesmo sem histórico familiar. “Os exames conseguem identificar se há alguma artéria do coração querendo entupir, antes que ela obstrua totalmente e cause um infarto. Além disso, os exames preventivos nos ajudam a verificar se a pessoa não tem doenças de base, como pressão alta, diabetes, colesterol alto, que são distúrbios que lá na frente podem causar tanto o infarto quanto o AVC”, conclui a médica.</p>
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